Segunda, 24 de fevereiro de 2020   -     21:48 |
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Coluna Coluna Feitosa Costa

Governo Bolsonaro faz primeiro ano focado nos municípios carentes do Brasil

Poucos falam publicamente, mas, os prefeitos, especialmente das cidades do nordeste brasileiro, são só elogios à gestão do presidente Jair Bolsonaro. 

Nos bastidores, comenta-se a destinação imediata de recursos e a assinatura do pacto federativo que vai descongestionar os cofres dos municípios, com a liberação de mais dinheiro para investimentos em educação, saúde e saneamento básico.

Essas eram pautas da chamada “marcha dos prefeitos à Brasília”, que por anos perambulou nos corredores dos poderes, mas que foi atendida somente neste 1º ano de governo. Algo inédito para os gestores, até mesmo para àqueles que não apoiaram Bolsonaro nas eleições. 

Outro fator bastante comemorado trata-se do cumprimento da promessa feita por Bolsonaro para pagamento do 13ª salário do Bolsa Família, que aqueceu o comércio neste período natalino, elevando a economia local. 

Os prefeitos, que antes viviam sufocados e enfrentando dificuldades para cumprirem suas obrigações administrativas, terão ainda à disposição no dia 31 de dezembro, daqui a 4 dias, R$ 5,3 bilhões (15% do total arrecadado) referente à cessão onerosa do petróleo, outro inédito acordo firmado pelo governo federal.  

Paralelamente, o governo tem criado Conselhos para aprimoramento das políticas públicas e metas a serem alcançadas pelos municípios para recebimento direta de recursos federais. A linha traça áreas de segurança, meio ambiente e geração de emprego, mediante transparência na aplicação de dinheiro destinado. 

Na prática, o governo transformou-se num verdadeiro braço direito das cidades onde residem a maior parte da população de baixa renda. Pela primeira vez, percebe-se uma preocupação em descentralizar a gestão pública de recursos financeiros em benefício do povo. 

EXCLUSIVAS

Luto no Piauí

O Estado está em luto pelo falecimento ontem (26) do deputado Fernando Monteiro, vice-presidente da Assembleia Legislativa. 

O político Fernando Monteiro

Fernando Monteiro era um político tradicional herdeiro de grupos oriundos do interior mas com marcante identificação com a capital.

O carnaval

A atividade que mais identificava Fernando Monteiro com Teresina era a de dono e diretor da Escola de Samba Ziriguidum. 

O vereador

A Ziriguidum lhe serviu de base para ser vereador de Teresina, um dos bons vereadores que a capital teve. 

Grupo familiar

Para não fugir à regra, Fernando Monteiro montou um grupo político com forte comando familiar.

Tentáculos

Os tentáculos familiares de Fernando se espalharam rapidamente ao longo dos últimos anos por vários órgãos setores da atividade pública. 

Sem sucessor

Fernando Monteiro foi inteligente ao montar um grupo forte mas, de propósito ou não, ignorava as observações de que deveria preparar um sucessor.

E o filho?

Alguns lembrarão que Fernando tem um filho, Marquinhos Monteiro, que é vereador. É verdade, mas sem, pelo menos por enquanto, a necessária bagagem para manter unido um grupo montado com apoio inequívoco de pelo menos oito governos.

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