Segunda, 03 de agosto de 2020   -     23:09 |

Coluna Coluna Feitosa Costa

Chapadinha, cidade que distribuiu hidroxicloroquina, tem UPA com leitos esvaziados no Maranhão; assista

A enfermeira Nádia Beatriz, profissional de uma Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Chapadinha, cidade localizada a 260 quilômetros de São Luís, Capital, anuncia em vídeo exclusivo que os leitos equipados para receber pacientes da Covid-19 estão vazios. Já são mais de 935 pessoas recuperadas da doença, no município.

ASSISTA: 

Consta que a prefeitura reforçou o estoque de medicamentos com base no protocolo disponibilizado pelo Ministério Nacional da Saúde que sugere o uso de hidroxicloroquina, ivermectina, Paracetamol, cloroquina, azitromicina e corticoides no tratamento precoce de pacientes diagnosticados com o coronavírus. Os kits foram distribuídos mediante prescrição médica aos moradores com sintomas iniciais.

A medida é vista como sendo o principal parâmetro para a diminuição de internações nas unidades hospitalares da cidade. O recente boletim epidemiológico divulgado pela secretaria municipal de saúde aponta a queda dos casos de infectados e de pacientes em estado grave.

"O ponto de partida é a definição dos sintomas de quadro gripal que pode indicar covid-19 de forma leve ou com tendência a agravamento. Sensação febril ou febre, acompanhada de tosse ou dor de garganta ou coriza, mas sem dificuldade respiratória sinaliza sintomas moderados e tratamento em casa. Já o quadro de dificuldade respiratória indica que o paciente deve procurar a rede hospitalar" diz nota da prefeitura.

Consta ainda que 27 pessoas que sofriam de comorbidades (diversas doenças), gravadas pelos sintomas do coronavírus, faleceram desde o início da pandemia, sendo dezoito com idade acima dos 70 anos.

“Lembrando que um óbito pode ter mais de uma comorbidade relacionada a hipertensão arterial foi verificada em 19 pessoas que morreram vítimas de covid-19, 8 apresentavam diabetes mellitus, 4 tinham algum tipo de cardiopatia, duas pessoas tinham sequelas de acidente vascular cerebral e uma pessoa tinha obesidade. Três pessoas morreram mesmo sem apresentar qualquer comorbidade”, justifica. 

 

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